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destaques ESG

Confira aqui as principais novidades de sustentabilidade

 

Primeiro Relatório Anual de Alocação e Impacto do nosso Sustainable Bond de US$ 500 mil

 
 

Agenda de Relações com Investidores do Itaú Unibanco avança e recebe reconhecimentos

 
 

Itaú Unibanco está dentro do IGPTW!

 
 

Itaú Unibanco adere ao Compromisso Net-Zero até 2050

 

Relatório Anual ESG

Acesse nosso principal reporte de indicadores e iniciativas de sustentabilidade e demais relatórios

biblioteca ESG

Encontre aqui estudos, papers e documentos relevantes para a gestão de sustentabilidade

índices e ratings ESG

Desempenho nos índices e ratings de sustentabilidade

Compomos as carteiras de índices de mercado destinado a empresas com prática reconhecidas

Dow Jones (Desde 1999)
ISEB3 (Desde 2005)
Bloomberg (Desde 2017)
MSCI ESG (Desde 2013)

ratings ESG

Sustainalytics Atualizado em: 28/02/2022
FTSE4Good Atualizado em: 20/12/2021
MSCI ESG Ratings Atualizado em: 25/11/2021
ISS ESG Atualizado em: 21/01/2021

site de sustentabilidade

Saiba mais como geramos impacto positivo com negócios através de nossas atividades em nosso site dedicado exclusivamente ao tema de sustentabilidade

acesse aqui

dúvidas frequentes

Sim. Nossa meta é reduzir nossas emissões em 50% até 2030 e nos tornar um banco “NetZero” até 2050. Em 2021, aderimos ao “Net Zero Bank Commitment”, um compromisso específico para o setor bancário, convocado pelas Nações Unidas (UNEP FI) , para que os signatários apresentem portfólios de crédito com emissões líquidas zero até 2050.

A meta para nos tornar “NetZero” em 2050 foi baseada na melhor ciência disponível, de acordo com o relatório do IPCC, que indica que para manter a elevação da temperatura global em 1.5ºC até o final do século, é necessário alcançar o “NetZero”, isto é, um ponto em que as emissões de CO2 igualam as remoções, até 2050.

Estabelecemos uma estratégia de descarbonização que permeia todos os nossos compromissos de impacto positivo, de modo a garantir uma governança única dos temas ESG dentro do Banco. Apoiamos as principais diretrizes e compromissos globais para gestão das mudanças climáticas: Acordo de Paris, Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), Paris Agreement Capital Transition Assessment (PCTA), Partnership for Carbon Accounting Financials (PCAF), GHG Protocol, Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP-FI) e Grupo de Trabalho de Risco Climático e Economia Verde da FEBRABAN.

Nosso plano passa por atividades de redução e remoção de GEE, considerando estágio atual da tecnologia de cada setor, projeção de evolução e o necessário engajamento dos nossos clientes para estabelecerem suas metas. Atualmente, já compensamos 100% de nossas emissões nos escopos 1 e 2, por meio de compensação e compra de Certificados de Energia Renovável (RECs). Desde 2018, trabalhamos na transição para uma economia de baixo carbono, incluindo a definição de políticas, planos de ação e medição de desempenho frente aos desafios de combate às mudanças do clima. Para o Escopo 3, visando aprimorar nossas estimativas de emissões financiadas e alinhá-las às melhores práticas, nos unimos à PCAF para o desenvolvimento de uma metodologia padronizada para mensuração das emissões financiadas.

Para saber mais sobre o tema, veja nosso paper Itaú Net Zero 2050 ou acesse os dados mais recentes sobre nossas emissões de Escopo 1, 2, 3 e emissões financiadas em nosso Relatório ESG 2021.

Sim. Questões ambientais, sociais e de governança afetam a remuneração variável de profissionais envolvidos em atividades, negócios e compromissos relacionados à agenda ESG, por meio de indicadores de desempenho, projetos e iniciativas presentes no contrato de metas individual, em diversos níveis hierárquicos. Destacamos alguns vínculos entre a remuneração variável de nossos gestores e importantes temas da nossa agenda ESG:

Mudanças climáticas: metas referentes à implementação da estratégia climática por meio de novos produtos e serviços, desenvolvimento de estudos e recomendações para descarbonização do portfólio, recomendação de modelo de negócios para “carbon trading”, além de metas relacionadas à implementação das recomendações do TCFD e ações do Plano Amazônia.

Diversidade: metas relacionadas ao aumento e promoção da diversidade na força de trabalho (considerando inclusão de raça, gênero, pessoas com deficiência, LGBT+ e gerações), principalmente no fluxo de contratações, atuando inclusive sobre aspectos culturais e comportamentais, como vieses inconscientes.

Transparência na comunicação: metas relacionadas à agenda de reporte financeiro e reporte ESG, contemplando qualidade das demonstrações financeiras, avanço de indicadores SASB e das diretrizes do TCFD e implementação de treinamentos sobre ESG para colaboradores e sociedade em geral.

Para saber mais sobre os temas ESG atrelados à remuneração, acesse nosso Relatório ESG 2021.

A governança de sustentabilidade é pilar fundamental na agenda de sustentabilidade, responsável pela solidez dos nossos compromissos de impacto positivo. Cada compromisso de impacto positivo tem a sua própria governança estabelecida para integrar o tema à agenda de negócios do conglomerado. A Comissão Superior ESG, formada por membros do Comitê Executivo e “sponsors” dos compromissos de impacto positivo, reúne-se bimestralmente para deliberar sobre temáticas ESG conectadas às unidades de negócios e operações. O tema sustentabilidade é pauta importante nas deliberações do Conselho de Administração e, ao menos uma vez ao ano, o tema é tratado de forma exclusiva nas reuniões do Conselho. Contamos também com comitês que se reúnem trimestralmente para discutir os principais temas da agenda ESG, como o Comitê Estratégico Amazônia, Comitê ESG Atacado, Comitê Investimento Responsável e Comitê Cidadania Financeira.

Para saber mais sobre Governança de sustentabilidade, acesse nosso Relatório ESG 2021.

Em linha com nossos compromissos referentes à promoção de impactos positivos na sociedade e ao investimento responsável, aprovamos em 2020 uma estratégia que implicará a redução gradativa, até 2025, da exposição de crédito do Itaú em clientes cujas atividades estejam relacionadas ao fumo, como produtores rurais dedicados exclusivamente a essa cultura e fabricantes de cigarro.

Além disso, em 2020 nos deparamos com a repercussão global dos crescentes conflitos relacionados ao desmatamento em nosso país, sobretudo relacionados à cadeia de carne e à criação de rebanhos em áreas desmatadas. Não realizamos exclusão do setor, mas diante da gravidade do problema, reconhecemos a necessidade de promover ações para desestimular essas práticas no setor e nos mobilizamos para aprimorar a diligência socioambiental aplicada ao setor de frigoríficos.

Também temos critérios específicos que devem ser cumpridos para a manutenção de relacionamento com clientes e fornecedores. Assim, entendemos que contrariam nossos valores e, portanto, são práticas excluídas a utilização de mão de obra análoga à escrava ou infantil e a exploração da prostituição.