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Sobre a Amazônia

Cobertura

A Amazônia possui 5.1 milhões de hectares, e sozinha seria o 7º maior país do mundo

(CINDRA)

Perdas de floresta

De janeiro a dezembro de 2019, o Brasil perdeu cerca de 13.610 km² de floresta tropical virgem

(Global Forest Watch 2019)

Contexto populacional

Há mais de 27 milhões de habitantes na Amazônia Legal

(IBGE)

Condição socioeconômica

42% da população vive abaixo da linha da pobreza

(SUDAM)

Plano Amazônia

Os três maiores bancos privados do País, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander, divulgam um plano integrado com o objetivo de contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. O material inclui 10 medidas, construídas a partir de três frentes de atuação identificadas como prioritárias para a região: conservação ambiental e desenvolvimento da bioeconomia; investimento em infraestrutura sustentável; e garantia dos direitos básicos da população da região amazônica. As 10 medidas do Plano Amazônia são:

Desmatamento zero na cadeia de carne

Reforçando diligências internas, apoiando a transição e articulando com empresas e associações para a criação de compromisso setorial.

Estimular cadeias sustentáveis

Como as do cacau, açaí e castanha, por meio de linhas de financiamento diferenciadas e ferramentas financeiras e não financeiras.

Estimular o desenvolvimento da infraestrutura de transportes sustentáveis

Como o hidroviário, com aplicação de metas ambientais, em troca de condições diferenciadas de financiamento.

Viabilizar investimentos em infraestrutura básica

Para o desenvolvimento social da região, como acesso à energia, internet, moradia e saneamento.

Instrumentos financeiros verdes

Fomentar projetos que visem o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental por meio de instrumentos financeiros de lastro verde, como o Pagamento por Serviço Ambiental (PSA) e Crédito de Carbono.

Informações climáticas para políticas de crédito e investimento

Incorporar os impactos das mudanças climáticas nas políticas de crédito e investimentos de longo prazo e dar ênfase a isso em nossos relatórios.

Orientação e inclusão financeira

Ampliar o alcance de negócios que promovam a inclusão e a orientação financeira na região.

Regularização Fundiária

Articular e apoiar a implantação do sistema informatizado de registro de regularização fundiária.

Desenvolvimento Socioeconômico

Articular a criação de um fundo para atores e lideranças locais que trabalhem em projetos de desenvolvimento socioeconômico na região.

Impulsionar a bioeconomia

Atrair investimentos que promovam parcerias e desenvolvimento de tecnologias que impulsionem a bioeconomia.

Conselho Consultivo

Para apoiar a implementação das dez medidas propostas para impulsionar o desenvolvimento sustentável da região, os três bancos criaram uma instância formada por um grupo de especialistas  altamente qualificado e que conhece profundamente os desafios do Brasil na área ambiental e, mais especificamente, na Amazônia. 

Os profissionais que fazem parte do conselho hoje são: Adalberto Luís Val, biólogo e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA); Adalberto Veríssimo, pesquisador associado e co-fundador do Imazon e diretor de programas do Centro de Empreendedorismo da Amazônia; André Guimarães, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e co-facilitador da Coalizão Brasil Clima Florestas e Agricultura; Carlos Afonso Nobre, cientista sobre Mudanças Climáticas e Amazônia; Denis Minev, diretor-presidente das Lojas Bemol, co-fundador da Fundação Amazonas Sustentável e do Museu da Amazônia; Izabella Teixeira, ex-ministra do Meio Ambiente, bióloga e doutora em Planejamento Ambiental pela COPPE/UFRJ e Teresa Vendramini, pecuarista e presidente da Sociedade Rural Brasileira.

Conferência Amazônia

A conferência Amazônia tem como objetivo trazer temas e debates relevantes sobre questões relacionadas à região, além de arrecadar fundos para projetos de restauração florestal e geração de renda local. Um evento transmitido em 3 dias reunindo investidores e gestores renomados de fundos nacionais e internacionais, além de clientes do Itaú como convidados especiais.

Nossa atenção ao tema

Questões ambientais sempre tiveram nossa atenção. A pauta de temas ESG (Environmental, Social and Governance) faz parte da agenda do setor financeiro há algum tempo. No Itaú Unibanco, temos uma agenda de sustentabilidade que levamos muito a sério. Fazemos análise de risco socioambiental desde 2000. Em 2004, fomos a primeira instituição da América Latina a assinar os princípios do Equador. Mas antes de ser uma preocupação de bancos e investidores, esta é uma preocupação de todos.

Historicamente, nos destacamos e sempre agimos de forma proativa em termos de ações para promover impacto positivo. Somos o único banco da América Latina a compor o índice de Sustentabilidade do Dow Jones, desde sua criação. Assim como estamos desde o início dentro da carteira dos índices de sustentabilidade da B3, o ISE e Carbono Eficiente. Em 2019, assinamos na sede da ONU, os Princípios de Responsabilidade Bancária (PRB), que têm como objetivo alinhar nossos negócios aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Criamos os Compromissos de Impacto Positivo. Através deles, queremos gerar transparência nos nossos reportes e comunicações, além de impacto positivo por meio dos nossos negócios e na nossa conduta e forma de agir. Desta forma, garantimos que Sustentabilidade seja levada a todas as áreas de nossa instituição.

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