Itaú BBA - Intervenções no mercado de câmbio brasileiro: investigação empírica dos determinantes

Textos para Discussão

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Intervenções no mercado de câmbio brasileiro: investigação empírica dos determinantes

Abril 29, 2013

Esta é a nona edição dos “Textos para Discussão Itaú Unibanco”.

Prezado cliente,

Em anexo nosso texto para discussão “Intervenções no mercado de câmbio brasileiro: investigação empírica dos determinantes”, de Gabriela Fernandes.  

Esta é a nona edição dos “Textos para Discussão Itaú Unibanco”. A série visa a publicação de estudos aprofundados que contribuam para as discussões de temas econômicos e financeiros do Brasil e do mundo. O objetivo é ao mesmo tempo enriquecer as análises do banco e participar do debate público.

Atenciosamente,
Ilan Goldfajn
Economista-chefe


Intervenções no mercado de câmbio brasileiro: investigação empírica dos determinantes

Gabriela Fernandes*
 

Abril de 2013

 Resumo

Desde que o País adotou o regime de câmbio flutuante, em 1999, o Banco Central do Brasil (BCB) já atuou diversas vezes no mercado de câmbio, comprando e vendendo dólares nos mercados à vista, futuro e de derivativos. Diante disso, investigamos: quais são as variáveis que levam o Banco Central a atuar no mercado de câmbio? Encontramos que o comportamento de algumas variáveis, como prêmio de risco, desvios do real de sua tendência recente, comparação do desempenho do real com outras moedas semelhantes, volatilidade dos mercados e da própria taxa de câmbio, entre outros, influencia fortemente a probabilidade de intervenção do BCB no câmbio. Concluímos, também, que a autoridade monetária age em “blocos” e que o fato de ela ter intervindo no dia anterior impacta positivamente a probabilidade de uma nova intervenção. Notamos, além disso, que as intervenções do BCB (“função de reação”) mudam ao longo do tempo, alterando-se de acordo com diferentes gestões e cenários macroeconômicos.


* Economista do Itaú Unibanco



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