Itaú BBA - Revisão Mensal de Commodities
  • Crescimento mais robusto, alta de preços das commodities  

    Elevamos nossas projeções para os preços de energia e metais devido à melhora do ambiente global.

  • Preços de petróleo mais altos em 2018  

    Com a queda dos estoques, elevamos as projeções para o petróleo no fim do ano de USD 52 para o WTI e para USD 55 para o Brent.

  • Preços estáveis em 2018  

    Os preços das commodities continuaram subindo em novembro. Para 2018, esperamos estabilidade nos preços das commodities.

  • Projetamos preços mais altos de cobre e mais baixos de agrícolas  

    Elevamos as projeções para os preços de cobre e níquel no fim do ano, porém baixamos as estimativas para os preços agrícolas.

  • Realidade atinge os preços dos metais  

    Os preços de commodities subiram em setembro puxados por agrícolas e energia. Após dois meses de alta, a cotação dos metais recuou.

  • Alta dos metais deve ser temporária  

    Os preços das commodities recuaram em agosto. Esperamos que os preços dos metais recuem com a desaceleração da China no 2S17.

  • Alta de preços dos metais  

    Projetamos agora o preço do minério de ferro em USD 60/tonelada e o cobre em USD 5700/tonelada até o fim do ano.

  • Até que ponto o petróleo pode cair?  

    As commodities continuaram em queda em junho. Reduzimos nossas projeções para o preço do petróleo para o fim de 2017 e de 2018.

  • Petróleo mais baixo em 2018  

    Os preços das commodities continuaram a recuar em maio, puxados por metais e energia.

  • Uma correção, não uma nova tendência de queda  

    Riscos de baixa contidos no momento. Correção recente de metais e petróleo não representa uma nova tendência baixista.

  • Queda de preços das commodities não é sinal de fraqueza da economia global  

    Os preços das commodities caíram em março, por fatores específicos, e o que não é um sinal de fraqueza da economia global.

  • Aperto na China começa a pressionar metais  

    Metais recuam com preocupações acerca do aperto na China e commodities devolvem parte dos ganhos de fevereiro.

  • Rally continua (por enquanto)  

    As commodities estenderam os ganhos do 4T16 no começo de 2017, mas projetamos queda de 7% para nosso índice no resto do ano.

  • A festa continua, por ora  

    Perspectiva positiva para commodities no curto prazo. Mas esperamos queda de metais e energia com desaquecimento da China.

  • Opep anuncia acordo  

    Preços do petróleo subiram com acordo da Opep. Perspectiva melhor para os metais, mas o rali recente deve dissipar-se em 2017.

  • Trump ajuda os metais, mas não gera um novo boom  

    Elevamos as projeções de preços de metais. Acordo da Opep fica mais nebuloso, mas segue no cenário base.

  • Opep surpreende com acordo preliminar  

    A promessa de corte reforça nosso cenário de preços do petróleo entre US$ 50 e US$ 55 em 2017.

  • Sustentando a recuperação  

    As commodities continuaram avançando desde o fim de julho

  • Queda do petróleo deve ser temporária  

    Projetamos queda dos preços de metais e incorporamos a queda recente das agrícolas.

  • Fundamentos sustentam preços  

    Menor ajuste de oferta e demanda robusta continuam contribuindo para alta das commodities

  • Alta de agrícolas e petróleo consistente com os fundamentos  

    O minério de ferro recuou desde o fim de abril, e projetamos que a queda continua.

  • Preços de agrícolas mais elevados  

    Projetamos continuidade na alta de petróleo e queda do minério de ferro.

  • Dólar fraco, preços em alta  

    Elevamos as projeções de metais básicos e de agrícolas, incorporando o dólar mais fraco

  • Projetamos preços mais elevados de petróleo e menores de minério de ferro  

    Reduzimos as projeções de preço de milho e trigo.

  • Fundamentos indicam reversão do preço do petróleo a partir do meio do ano  

    Fim do excesso de oferta de petróleo em 2016, mesmo sem reação da Opep

  • Esperamos reversão parcial da queda dos preços  

    A recuperação parcial dos preços deve ocorrer por ajustes de redução na oferta.

  • Queda dos preços chegou ao fim?  

    Com base em um ajuste no mercado do petroleo em 2016, projetamos ligeira recuperação dos preços das commodities em 2016

  • Cenário ainda desafiador, açúcar se recupera  

    O cenário de preços de commodities segue desafiador, mas há uma recuperação específica no mercado de açúcar.

  • Sem alívio  

    Não vemos alívio à frente para os produtores de commodities.

  • Queda nas projeções de petróleo e metais com China mais fraca  

    Ambiente desfavorável para os países exportadores de commodities.

  • A queda continua  

    As commodities retomaram a tendência de queda em julho, e projetamos que a maior parte do movimento é consistente com os fundamentos.

  • Riscos de baixa no petróleo e de alta nos grãos  

    Choques de oferta em junho e julho geram riscos de alta para os grãos e de baixa para o petróleo.

  • Preços de agrícolas mais baixos, apesar do El Niño  

    Reduzimos as projeções de commodities agrícolas devido a riscos menores de quebra e pouca reação de oferta

  • Alta sustentável do petróleo e temporária do minério de ferro  

    O agregado das commodities subiu em abril, influenciado por alta sustentável do petróleo e temporária dos metais.

  • Sem motivos para recuperação  

    As commodities retomaram a tendência de queda em março, influenciadas, principalmente, por recuos nos preços de petróleo e minério de ferro.

  • Recuperação sustentada pelo petróleo  

    O petróleo do tipo Brent manteve a alta de janeiro, consolidando nosso cenário de recuperação parcial.

  • Alívio no mercado de petróleo  

    As commodities mostraram forte volatilidade desde o fim de dezembro

  • Petróleo: qual o fundo?  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) recuou 16,2% desde o fim de novembro, novamente afetado pelos preços de petróleo.

  • Sem reação da Opep, o petróleo não se recupera  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) caiu 10% desde o fim de outubro

  • Uma nova realidade para o petróleo  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) caiu 4,5% desde o fim de setembro

  • Sem recuperação total das quedas  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) caiu 7,8% desde o fim de agosto

  • Preços mais baixos de soja e minério de ferro  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) recuou 4,7% desde o fim de julho

  • À procura do piso dos preços agrícolas  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) recuou 5,8% desde o fim de junho

  • Forte oferta agrícola reduz projeção de preços  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) recuou 1,6% desde o fim de maio.

  • Queda nos preços agrícolas e metais  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) recuou 3,7% desde o fim de abril

  • Projeção sobe devido a risco geopolítico  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) subiu 1,0% desde o começo de abril

  • Reversão Parcial  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) subiu 2,3% desde meados de março

  • Preços agrícolas em alta  

    clima desfavorável no Brasil está causando altas nos preços das commodities agrícolas.

  • Incerteza climática  

    O tempo quente e seco no Brasil está reduzindo as projeções do tamanho das safras do Brasil.

  • Queda menos intensa dos preços em 2014  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) caiu 2,6% desde o fim de novembro, com queda em seus três componentes.

  • Preços mais altos de minério de ferro, mais baixos de petróleo  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) permaneceu próximo da estabilidade em novembro, avançando 0,2% no mês.

  • Projetamos queda adicional nos preços de açúcar  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) ficou praticamente estável em outubro.

  • Queda nas projeções dos preços agrícolas  

    O Índice de Commodities Itaú (ICI) caiu 2,9% em setembro.

  • Menor superávit nos grãos, maior risco geopolítico  

    Preço das commodities sobe em agosto.

  • Clima favorável reduz projeções  

    Nova metodologia para o ICI. Novo índice mostra uma queda maior dos preços de metais em 2013 (-9,7%) e 2014 (-7,0%).

  • Cenário macroeconômico desfavorável aos preços  

    Preocupações com a China e altas das curvas de juros nos EUA levam à queda nos preços de commodities.

  • Superávits agrícolas a caminho  

    Revisão para baixo nos preços de commodities agrícolas, devido à perspectiva favorável da oferta.

  • Preços de metais seguirão baixos  

    Preços de commodities recuam em abril, influenciados pela decepção com atividade global e apreciação do dólar.

  • Demanda mais fraca por grãos  

    Exportações de Brasil e Argentina também podem afetar preços no curto prazo

  • Preços em queda  

    Atrasos nos embarques no Brasil e na Argentina afetam preços no curto prazo.

  • Demanda mais forte  

    Menor volatilidade nos preços

  • Demanda por metais básicos se recupera  

    Apesar da queda de preços de grãos e energia, a subida do preço dos metais básicos gerou um aumento mensal de 0,4% no Índice de Commodities Itaú (ICI).

  • Oferta maior e desempenho misto  

    Revisamos para baixo nossas projeções de fim de ano para o Índice de Commodities Itaú (ICI).

  • Queda generalizada  

    Retração do otimismo global e oferta maior levaram a quedas nos preços das commodities.

  • Foco na demanda, por enquanto  

    A menor aversão a risco e a adoção de políticas monetárias expansionistas pelos bancos centrais do G3 deram impulso aos preços dos metais básicos e preciosos..

  • Alimentos e energia com preços mais altos  

    A seca nos EUA e a melhora do sentimento nos mercados globais elevam os preços de energia e alimentos..


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