Itaú BBA - Revisão de Cenário Brasil
  • Atividade perde ímpeto  

    Reduzimos as projeções de crescimento em 2019 e 2020. Também acreditamos que há espaço para cortes de juros, condicional à reforma da previdência.

  • Crescimento menor, queda de juros condicional às reformas  

    Reduzimos projeções de PIB em 2019 (para 1,3%) e 2020 (para 2,5%), e passamos a projetar a Selic em 5,75% para 2019 e 5,5% para 2020.

  • BC: novo presidente assume em meio a cenário incerto  

    A comunicação do Copom, e o noticiário sobre a tramitação da reforma da Previdência serão importantes para definir a trajetória prospectiva da taxa de juros

  • Atividade arrefece, inflação mais baixa  

    Reduzimos as projeções de crescimento para 2018 (de 1,3% para 1,1%), 2019 (de 2,5% para 2,0%) e 2020 (de 3,0% para 2,7%)

  • Retomada gradual da atividade com perspectiva de melhora fiscal  

     Esperamos déficits primários minguantes de 1,7% do PIB em 2018

  • Cenário mais benigno para a inflação  

    Reduzimos as projeções de inflação para 3,8% neste ano e para 3,9% em 2019

  • Novo governo, mesmos desafios  

    A sustentabilidade da dívida pública exige que a administração restrinja as despesas obrigatórias, o que não pode acontecer sem a reforma da previdência.

  • À espera das reformas econômicas  

    Sem reformas, os resultados fiscais voltarão a uma tendência de deterioração

  • Cenário mais volátil  

    As incertezas internacionais e domésticas pressionaram o real no último mês, depois de alguma trégua em julho

  • Produção normaliza em junho, mas crescimento subjacente perde força  

    Os indicadores de atividade sugerem que o crescimento subjacente segue perdendo força, apesar da normalização da produção industrial em junho

  • Incertezas dificultam a recuperação  

    A contínua deterioração das condições financeiras nos levou a diminuir as projeções de crescimento do PIB para 1,3% em 2018 e 2,0% em 2019

  • Cenário crescentemente desafiador  

    Reduzimos as projeções de crescimento do PIB para 1,7% em 2018 devido ao aperto das condições financeiras e ao impacto da paralisação dos caminhoneiros

  • Cenário mais complexo  

    Redução na projeção de PIB, alta nas projeções da taxa de câmbio e IPCA

  • Incertezas maiores  

    Crescem as incertezas no cenário político e macroeconômico, tanto interno quanto externo.

  • Ciclo de juros: mais um corte, depois pausa  

    Esperamos que a taxa Selic será reduzida para 6,5% em março, com a interrupção do ciclo de corte depois disto.

  • Cenário benigno para emergentes favorece o real e reduz a inflação  

    Revisamos nossa projeção de taxa de câmbio diante da queda do risco-país observada nos últimos meses.

  • Resultado fiscal melhor, temporariamente  

    Reduzimos nossa estimativa de déficit primário de 2017 de 2,3% para 1,9% do PIB, mas reequilíbrio fiscal estrutural continua dependente das reformas.

  • Economia melhor em meio a riscos maiores  

    Previdência volta ao debate, mas ainda há incerteza sobre aprovação no congresso

  • Um pouco mais perto do fim do ciclo  

    A data de término do ciclo de corte permanece em aberto.

  • Inflação em queda abre espaço para juros marginalmente mais baixos  

    Reduzimos nossa projeção para a taxa Selic de 7,0% para 6,5% no início de 2018

  • Sinais de retomada em meio à deterioração fiscal  

    Elevamos a projeção de crescimento do PIB de 0,3% para 0,8% em 2017.

  • Desafios fiscais maiores  

    Aumento de impostos não é suficiente para cumprimento das metas de primário.

  • Inflação em queda abre espaço para redução da meta e dos juros  

    Reduzimos as projeções de inflação de 3,7% para 3,3% neste ano, e de 4,1% para 4,0% em 2018.

  • Reformas incertas, cenário mais desafiador  

    O cenário político mais conturbado deve postergar a tramitação das reformas.

  • À espera da reforma da Previdência  

    Esperamos aprovação da reforma da Previdência no Congresso até o 3T17.

  • Inflação segue em queda, Banco Central acelera o passo  

    Com inflação em queda, corrente e esperada, o BC acelerou o ritmo de corte dos juros para 1.00 p.p.

  • Projetamos taxa Selic em 8,25% em 2017  

    Diante da sinalização do BC, esperamos agora que a taxa Selic alcance 8,25% já no fim deste ano (9,25%, anteriormente).

  • Rumo ao novo equilíbrio  

    Expectativas ancoradas e desinflação disseminada abrem espaço para redução da meta de inflação.

  • Inflação em queda abre espaço para antecipação do ciclo de corte de juros  

    O Banco Central antecipou o corte de juros. Projetamos Selic em 9,75% em 2017, e 8,5% em 2018.

  • Crescimento menor, riscos maiores  

    Reduzimos as projeções de crescimento para 2016 e 2017. Reformas fiscais seguem avançando, mas a incerteza política aumentou.

  • Lidando com um mundo mais incerto  

    Projetamos o câmbio mais depreciado e um corte de juros de 0,25 p.p. em novembro, devido ao cenário externo mais incerto.

  • Começam as reformas  

    A aprovação das reformas fiscais é crucial para abrir caminho para um ciclo de corte de juros e para recuperação da economia.

  • Retomada à vista, mas crescimento sustentado depende das reformas  

    Revisamos nossa projeção de crescimento do PIB para 2,0% em 2017. Mas, retomada depende da aprovação das reformas fiscais.

  • Sinais mais claros de recuperação  

    A atividade vem mostrando sinais de recuperação. No entanto, a retomada só será sustentável com aprovação das reformas fiscais

  • Fundamentos melhores, mas falta o fiscal  

    Uma retomada mais intensa e sustentável da economia depende da aprovação de reformas fiscais, especialmente do lado da despesa.

  • Reformas começam a ganhar forma, incertezas continuam  

    A recessão continua, mas os dados recentes melhoraram. Projetamos agora uma queda menor do PIB este ano.

  • Novo esforço de ajustes e reformas  

    As chances de um novo esforço de ajustes e reformas fiscais vêm aumentando.

  • No compasso de espera doméstico, cenário externo favorável  

    O Brasil convive com um cenário binário. No cenário de ajustes, a recuperação da confiança permitiria a retomada da economia.

  • Recessão se aprofunda, reformas urgem  

    Os problemas fiscais/políticos devem continuar, o que mantêm a economia em dificuldade e impedem a aprovação de reformas necessárias.

  • Projetamos queda de 4% do PIB e juros menores em 2016  

    A economia ainda não se estabilizou. Com cenário de queda de atividade e de inflação, esperamos que a Selic termine 2016 em 12,75%.

  • Desafio fiscal e recessão continuam  

    A recessão deve continuar em 2016. Neste cenário, o ajuste fiscal necessário para reequilibrar a economia, fica cada vez mais desafiador.

  • Incerteza política e recessão em 2016  

    A incerteza política e econômica deve prosseguir em 2016.

  • Sem estabilização na economia  

    A atividade econômica segue em declínio. Não há sinais de estabilização da produção e da demanda.

  • Desafio fiscal, mercados voláteis  

    Não há sinais de recuperação na atividade econômica.

  • Enfrentando o furacão  

    O cenário para o Brasil se deteriorou com as dificuldades no ajuste fiscal.

  • Dificuldades maiores, metas menores  

    O cenário se revelou mais complexo. Esperamos agora uma recessão mais prolongada e uma taxa de câmbio mais depreciada.

  • Recessão continua  

    Indicadores sugerem nova queda da economia no terceiro trimestre. Revisamos para baixo a projeção do PIB em 2015 e 2016

  • O difícil contorno  

    A inflação aumentou e o crescimento piorou no Brasil, tornando mais difícil a condução das políticas monetária e fiscal.

  • Mercados melhoram, mas atividade segue em declínio  

    Elevamos a projeção para o IPCA deste ano de alta de 8,2% para 8,5%, diante de elevações tributárias e de reajustes maiores em alguns preços administrados.

  • PIB em queda, no curto prazo  

    Os vários ajustes macroeconômicos seguem avançando, em meio às incertezas econômicas e políticas.

  • Perspectivas piores  

    Revisamos nossa projeção do PIB em 2015 para -0,5%. Elevamos a projeção de câmbio para 3,10 reais por dólar.

  • Economia desacelera, racionamentos são riscos adicionais  

    Os números de dezembro mostraram desaceleração da atividade econômica e piora das contas fiscais.

  • O ajuste começou, e não é fácil  

    O ajuste na política fiscal e nos preços administrados será mais profundo.

  • Alguns ajustes  

    Por uma década, a economia brasileira se beneficiou de condições externas e domésticas favoráveis com as quais não pode contar mais.

  • Ajustes mínimos à frente  

    A necessidade de ajustes macroeconômicos deve ditar a política econômica nos próximos meses.

  • Esperando a voz das urnas  

    Os dados recentes sugerem recuperação lenta da atividade econômica ao longo do terceiro trimestre.

  • Recuperação adiada  

    Depois de um segundo trimestre de atividade econômica fraca, sua recuperação tem sido morosa.

  • Atividade empaca, inflação murcha  

    O IPCA registrou em julho variação próxima de zero, mas a taxa em 12 meses se manteve em 6,5%.

  • Economia na retranca, juros parados em 2015  

    Indicadores coincidentes apontam para atividade mais fraca no segundo trimestre.

  • Consumidores e empresários pisam no freio: atividade desacelera  

    Revisamos a projeção do PIB em 2014 para 1,0%

  • Atividade morna, fim do ciclo de juros  

    IPCA sobe menos que o esperado em abril

  • Alimento para a inflação  

    Alimentos e administrados adicionam pressão à inflação

  • Os riscos de implementação da meta fiscal  

    Em 20 de fevereiro, o governo publicou a primeira revisão do orçamento (LOA) deste ano.

  • Crescimento sem energia  

    Reduzimos a projeção de crescimento do PIB em 2014 de 1,9% para 1,4%. Para 2015 revisamos de 2,2% para 2,0%.

  • Crescimento global não melhora as perspectivas  

    O mundo deve crescer mais do que se esperava.

  • Ciclo de juro perto do fim, fiscal ainda em queda  

    O Banco Central se aproxima do fim do ciclo de alta de juros.

  • Limite para fiscal  

    O espaço para expansão adicional da política fiscal e parafiscal está menor.

  • Menos pressão no câmbio  

    O câmbio mais apreciado e a menor inflação dos últimos meses nos levaram a rever a projeção para o IPCA deste ano de 6,2% para 5,9%.

  • Combustível para a inflação  

    Incorporamos no cenário um reajuste dos preços dos combustíveis já em 2013.

  • Redução do crescimento e do espaço de manobra  

    A queda da confiança de consumidores e empresários aponta para um crescimento menor da economia

  • A diferença que o câmbio faz  

    A taxa de câmbio mais depreciada induziu mudanças, como inflação mais alta, juros mais elevados, política fiscal menos expansionista e crescimento mais baixo.

  • Crescimento menor e câmbio mais depreciado  

    Reduzimos as projeções de crescimento em 2013 para 2,4% e em 2014 para 2,8% (de 2,8% e 3,3%, respectivamente).

  • Brasil: Menor crescimento, mais estímulos fiscais  

    O Brasil tem reforçado as políticas estimulativas - principalmente a fiscal - para recuperar o crescimento que continua a decepcionar.

  • Piora fiscal para segurar inflação e juros  

    Projetamos superávit primário em queda e déficit em transações correntes em alta

  • Brasil: Na linha divisória  

    Acreditamos que os juros devem permanecer em patamar baixo, mesmo que venham a subir

  • Brasil: Lenta melhora da confiança  

    Revisamos a projeção de crescimento do PIB de 3,2% para 3,0% em 2013, e de 4,0% para 3,5% em 2014. Elevamos a projeção de inflação ao consumidor (IPCA) de 5,7%.

  • Estado não-estacionário  

    A atuação no mercado de câmbio revela objetivos e preferências de política econômica que podem mudar; o mesmo pode ocorrer com os juros nos próximos meses.

  • Em busca do crescimento perdido  

    Reduzimos a projeção para o crescimento do PIB em 2012 de 1,5% para 0,9%.

  • Brasil: Crescimento mais baixo e juro menor  

    Retomada mais lenta do investimento reduz perspectiva para crescimento do PIB e deve manter os juros baixos por mais tempo

  • Mais desonerações, mais estímulos  

    Reduzimos a projeção para o superávit primário em 2012 para 2,6% do PIB. Elevamos a projeção para a taxa de câmbio no final de 2012 para 2 reais por dólar.

  • Brasil: Sinais de retomada, mas não disseminados  

    Reduzimos a projeção para a expansão do PIB em 2012, de 1,9% para 1,7%, e mantivemos a projeção de crescimento para 2013 em 4,5%.

  • Uma lenta retomada e um grão a mais de inflação  

    Subimos nossa projeção do IPCA de 2012 para 5,2%; Agora esperamos o dólar a R$ 1,95 no final de 2012.

  • Mais fraco do que o esperado  

    Revisamos para baixo nossas projeções de crescimento para 2012 e 2013, e esperamos novas rodadas de estímulo econômico à frente.

  • Brasil: Mais fraco do que o esperado  

    A economia começou 2012 em ritmo fraco, e a retomada deve ser mais lenta que o esperado. Esperamos novas rodadas de estímulo econômico à frente.

  • Brasil: Uma agenda de curto prazo mais proativa  

    A renda está subindo, o gasto público cresce e o câmbio está mais depreciado. No entanto, os dados indicam recuperação moderada da economia este ano.

  • Crescimento: riscos e estímulos  

    Ao adotar medidas para estimular a indústria e induzir mais empréstimos nos bancos públicos, o governo mostra querer estimular mais o crescimento.

  • Brasil: Todos Motores Ligados  

    Embora as condições apontem para o crescimento, a recuperação lenta e a apreciação da moeda preocupam o governo.


      < Voltar