Itaú BBA - Relatório Mensal de Renda Fixa
  • Estratégia de Renda Fixa - Tesouro Direto_Fevereiro 2019  

    Até que as incertezas sobre a aprovação das reformas se reduzam, recomendamos exposição baixa tanto em títulos de médio quanto de longo prazo

  • Estratégia de Renda Fixa - Tesouro Direto  

    Recomendamos exposição baixa a títulos de curta duração e alta a títulos com prazo maior

  • Estratégia de Renda Fixa - Tesouro Direto  

    Recomendamos exposição baixa a títulos de curta duração e alta a títulos com prazo maior

  • Aplicados em juros locais no Brasil e na Colômbia  

    Abrimos uma posição aplicada no prazo Jan-21 para ganhar com o prêmio considerável ainda presente neste setor da curva.

  • Risco país da colômbia deve aumentar adiante  

    O desafio fiscal, o déficit em conta corrente elevado e condições financeiras menos favoráveis vão pressionar o CDS colombiano

  • Esforço reformista abre oportunidades na Argentina  

    Após o resultado das eleições legislativas, o governo argentino vem promovendo reformas para alcançar a consolidação fiscal

  • Nossa posição aplicada na Colômbia lucrou com corte de juros inesperado  

    Estamos aplicados no swap IBR de 18 meses; a posição vem performando bem e esperamos que lucre ainda mais adiante.

  • Aumento dos juros globais deve pressionar o COP  

    O ajuste lento do déficit em conta corrente da Colômbia torna o COP mais vulnerável a uma reprecificação dos juros nas economias centrais.

  • Atividade fraca e moedas estáveis deixam espaço para flexibilização adicional em LatAm  

    Esperamos uma pausa no ciclo de flexibilização monetária do Banrep, mas há riscos de uma antecipação do ciclo.

  • Inclinação da curva brasileira deve cair adiante  

    Excetuando-se algum choque negativo, vemos espaço para queda da inclinação da curva prefixada brasileira adiante.

  • Queda do petróleo impacta México e Colômbia  

    Vemos espaço limitado para mais fechamento dos juros mexicanos, dado o impacto fiscal do declínio dos preços do petróleo.

  • Incertezas sobre reformas impactam juros brasileiros  

    O cenário fiscal mais desafiador mantém os juros brasileiros estacionados.

  • Incerteza sobre reforma fiscal impacta ativos brasileiros  

    A posição técnica carregada exacerbou o impacto das notícias, já que muitos investidores estavam antecipando um rally dos ativos brasileiros.

  • Crescimento global apoia ativos latino-americanos  

    Os ativos brasileiros mostraram alguma resiliência ao noticiário doméstico negativo.

  • Rally nos juros brasileiros não acabou  

    Apesar da volatilidade recente, mantemos uma visão construtiva sobre o Brasil e esperamos mais compressão de taxas

  • Novo equilíbrio beneficiará juros brasileiros  

    O Brasil está caminhando para um novo equilíbrio; por isto vemos espaço para fechamento dos juros locais

  • Renda fixa no Brasil deve se destacar entre os emergentes no novo cenário global  

    Acreditamos que os mercados de renda fixa brasileiros possuem uma vantagem comparativa frente aos demais emergentes.

  • Copom deve acelerar cortes em 2017  

    Após uma série de eventos positivos recentes, o mercado começou a apreçar uma aceleração do ciclo de flexibilização.

  • Excesso de prêmio na curva de juros brasileira deve se reduzir  

    Acreditamos que o impacto no Brasil das eleições nos E.U.A. foi exagerado e vemos espaço para queda dos juros locais

  • Mercados estáveis, mas riscos aumentaram  

    Estimamos que fatores não econômicos vêm contribuindo para o desempenho do MXN, do COP e do BRL.

  • Ainda favorável (embora volátil) ambiente para LatAm  

    As moedas de LatAm estão sendo negociados em linha com nossas estimativas, exceto o MXN, que ainda esta subvalorizado

  • Busca por retorno favorece ativos locais  

    O rali nas taxas brasileiras fez uma pausa, mas a inflação implícita reagiu à comunicação do Bacen

  • O ambiente de juros baixos permanece  

    As moedas latino-americanas estão alinhadas às estimativas de nossos modelos, exceto o MXN.

  • Ambiente global favorável, ainda que volátil  

    O BRL está sendo negociado em níveis próximos da estimativa do nosso modelo, mas nossos números indicam que o MXN está subprecificado.

  • Melhora externa continua a favorecer ativos locais  

    Vemos algum excesso nos juros curtos Mexicanos e, na Colômbia, a inflação implícita tem espaço para fechar a frente.

  • Alívio para ativos locais em meio a estímulos globais  

    Investigamos como choques de expectativas afetam a curva brasileira, que se inverteu em março – convergindo ao nosso cenário.

  • Melhora generalizada nos ativos latino-americanos  

    Depois de um início de ano turbulento, as taxas de câmbio da região voltaram a se apreciar.

  • Incertezas permanecem nos mercados globais  

    Em câmbio, o destaque foi a depreciação acentuada do MXN; em juros, o aumento do prêmio de risco da Colômbia

  • Preocupações com crescimento global aumentam a volatilidade dos mercados  

    As moedas de alto beta (BRL e COP) parecem estar sobrevalorizados, relativamente ao valor justo estimado por nosso modelos

  • Neutro no Brasil, Tomado no México e Chile - Parte 2: JUROS  

    Para o mercado local no Brasil, recomendamos posições defensivas, dada a elevada incerteza associada a fatores internos e externos.

  • Neutros nas moedas (por ora) - Parte 1: Moedas  

    Nossos modelos de valor justo sugerem que a maioria das moedas latino-americanas estavam caras em 7/dez

  • Posicionados para a subida do Fed  

    Mantemos uma abordagem conservadora de que o mercado não parece estar convencido sobre a velocidade da subida do Fed

  • Tomando juros após a queda recente  

    Enxergamos como temporário este aumento no apetite por risco, criando oportunidades em Latam.

  • Esperando para (voltar a) vender  

    Nos juros brasileiros, sugerimos uma postura underweight, esperando melhores pontos de entrada para tomar taxas e inclinação.

  • De olho no (impacto do) câmbio  

    Nas moedas, trades relativos explorando assimetrias macro. Nos juros, posições tomadas, dadas preocupações com Fed e câmbio.

  • Esperando o Fed  

    O processo de normalização dos juros nos EUA seguirá desempenhando papel importante nas taxas de câmbio e na estrutura a termo de juros na América Latina.

  • Posicionando-se para maior inclinação  

    Recomendamos posições aplicadas tomadas em inclinação no Brasil e no México.

  • Aumento gradual de posições tomadas  

    Vemos valor em adotar posição vendida em COP e comprada em MXN. Seguimos neutros no BRL.

  • Otimismo global visto com ceticismo  

    Estamos aplicados no Jan18 DI e mantemos a posição comprada em B18. Na curva TIIE, estamos aplicados na taxa de 1 ano e tomados na taxa de 10 anos (DV01 neutro)

  • Em preparação para alta de juros nos EUA  

    Estamos tomados no TIIE de 10 anos, no IBR de 5 anos e mantemos posição tomada swap Camara de 5 anos. No Brasil, preferimos ficar neutros.

  • Hora de se posicionar para alta de taxas?  

    Na América Latina, além de as moedas terem continuado a se depreciar, os juros de mercado voltaram a subir

  • Relatório Mensal de Renda Fixa  

    Uma revisão mensal dos principais temas macro (locais e globais) e análise das principais tendências que afetam os mercados de renda fixa na região.


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