Itaú BBA - Nossos Artigos
  • Aconteceu em Israel  

    O comprometimento com o regime de metas de inflação e controle fiscal, permitiu a Israel alcançar a estabilidade de preços.

  • Oportunidade histórica  

    A PEC 241 é importante não só pelo esgotamento das fontes de receita, mas também para repensar como o orçamento é feito.

  • O debate das intervenções cambiais  

    O BC provavelmente não tentará interferir na trajetória do câmbio, mas pode intensificar a atuação para suavizar o movimento.

  • Confiança e realidade  

    É fundamental que as reformas avancem para que a melhora da confiança se sustente e impulsione a economia.

  • Ondas Cambiais  

    Os grandes movimentos cambiais provavelmente ficaram para trás. Mas há incertezas que devem manter a volatilidade elevada.

  • Riscos não tradicionais  

    Os riscos menos tradicionais, como a saída do Reino Unido ou a eleição nos EUA, merecem mais atenção.

  • Euforias no meio da crise  

    Não é o momento de sancionar euforias no mercado.

  • As Condições para a retomada  

    Os ajustes já ocorridos não suficientes para a retomada da economia. Há pouco avanço do lado fiscal até agora.

  • Queda de arrecadação: muito além do PIB  

    Existe tambem um problema persistente na arrecadação, que depende da massa salarial, cuja recuperação deve ser mais lenta que a do PIB.

  • Educação, produtividade e crescimento  

    A educação parece ser a estratégia mais segura para garantir o crescimento do país no longo prazo.

  • Que surpresas 2016 nos reserva?  

    No Brasil quase tudo poderia ser qualificado como surpresa, já que nada parece provável.

  • Bem-estar piorou em 2015  

    É preciso celeridade nos ajustes e consenso político para que se possa minimizar esse período de dificuldades

  • Competitividade e crescimento  

    A economia do Brasil é uma casa cujas fundações precisam de reformas, mas com o telhado pegando fogo

  • 2015, o ano que não terminou  

    As consequências do passado não vão terminar em 2015, mas podem acabar em 2016, se houver uma reação apropriada.

  • “Expancídio” e outras ideias  

    Voltar ao expansionismo do passado recente seria um verdadeiro expancidio.

  • A arte de cortar na carne  

    Na ausência de reformas, um ajuste unicamente pelo lado das despesas para ajustar 3,5% do PIB parece dramático.

  • Novos rumos para a América Latina  

    São necessárias reformas que alterem incentivos, promovendo a meritocracia e a prestação de contas

  • Qual é a alternativa?  

    A solução então é aceitar o déficit primário? É a pior saída. Significaria mais inflação, recessão, queda de salário real e piora na distribuição de renda.

  • Câmbio e o ajuste externo  

    É crucial melhorar a produtividade e é preciso fazê-lo mais rápido do que nossos concorrentes.

  • Qual é o diagnóstico?  

    Ficou evidente que não dá para continuar crescendo com esse custo elevado, num mundo tão diferente.

  • A Grécia e o ajuste no Brasil  

    A crise grega mostra que, quando se trata de ajustes econômicos, procrastinar pode fazer o problema ficar maior e mais complicado

  • Como o Brasil vai sair dessa?  

    Será mais fácil o Brasil sair da recessão do que conseguir crescer mais na sequência. Nenhum dos dois vai ser fácil.

  • What Now for Latin America? - Discurso de Ilan Goldfajn  

    Fim de ciclos, é necessário buscar novas fontes para o crescimento na América Latina

  • "De desajustes a ajustes, e agora?", de Ilan Goldfajn  

    Enquanto os ajustes nos afastam do abismo, os desajustes do passado ainda pesam sobre a economia.

  • "O Brasil visto de fora", de Ilan Goldfajn  

    Os ajustes têm seu efeito. À medida que o pior cenário fique mais distante, os preços mais depreciados vão atrair interesse em investir no Brasil.

  • "Como estará a economia daqui a alguns anos?" , de Ilan Goldfajn  

    Passado o período inicial de dificuldades, a economia estará um pouco melhor, num processo de recuperação do crescimento e do emprego?

  • Entrevista ’Turbulência perfeita’ está atingindo o país, de Ilan Goldfajn  

    Basicamente o que estamos observando é uma conjunção de fatores que devem levar a um crescimento negativo (recessão) neste ano.

  • "A trindade ’impossível’ de 2015", de Ilan Goldfajn  

    A retomada da credibilidade fiscal exige aumento da poupança pública

  • A hora da "dolorosa"  

    Vamos pagar pelos excessos dos últimos anos com mais um crescimento perto de zero e inflação de 7%

  • "Tirando o Brasil da ’confusão’ ", de Ilan Goldfajn  

    A escolha da equipe econômica demorou, mas chegou.

  • "Economia em baixa, bolsa em alta. O que vem pela frente?", de Ilan Goldfajn  

    Dificuldades na economia sugerem um cenário sombrio à frente

  • "A boa teoria na prática: Lições de Tirole para o Brasil", de Ilan Goldfajn e Irineu Carvalho  

    A busca era pela eficiência: incentivar as firmas a produzir pelo menor custo e beneficiar o consumidor.

  • "Como voltar a crescer?", de Ilan Goldfajn  

    é importante reconhecer que o crescimento do PIB já não é mais o mesmo.

  • "O último grande boom", de Ilan Goldfajn  

    A melhor média de crescimento do PIB do Brasil nos últimos tempos aconteceu entre 2004 e 2008 e foi de 4,8% ao ano.

  • " A falta do coletivo", de Ilan Goldfajn  

    Segue abaixo e no anexo o artigo que será publicado amanhã nos jornais O Globo e O Estado de São Paulo.

  • "Tem de querer", de Ilan Goldfajn  

    Os jornais do fim de semana comemoraram os 20 anos do Plano Real.

  • "Projeções, projeções: do PIB para a Copa", de Ilan Goldfajn  

    Melhor escrever sobre as previsões para a Copa do Mundo do que para o PIB.

  • "Piketty, Summers e a nova matriz", de Ilan Goldfajn  

    O interesse pelos problemas da economia mundial, incluindo a desigual distribuição de renda e riqueza no mundo, estão no auge.

  • "Para onde vai o desemprego?", de Ilan Goldfajn  

    Não é comum ter desemprego baixo numa economia fraca.

  • "Os emergentes vão submergir, e os avançados emergir?", de Ilan Goldfajn  

    O início de 2014 veio com um alerta que mais parece de voo: afivelem os cintos que o ano está começando.

  • "Medidas e anúncios na virada do ano", de Ilan Goldfajn  

    Medidas econômicas às vezes têm alma. O momento e a forma como são apresentadas transmitem sinais que vão além do escrito.

  • "O ano em que se espera pouco", de Ilan Goldfajn  

    Pouco se espera de 2014. Isso não é tão ruim. A vantagem é que as notícias positivas têm a capacidade de surpreender mais que as negativas.

  • "O que nos espera em 2014?", de Ilan Goldfajn  

    No ano que vem há uma combinação incomum de questões globais e do Brasil que deve nos afetar. Quais são esses temas relevantes que merecem nossa atenção?

  • "Bem-vinda a normalização, adeus ao excepcional", de Ilan Goldfajn  

    No mundo, a preocupação desde maio deste ano tem sido com a consequência da possível remoção dos estímulos monetários e a subida de juros nos EUA.

  • "O bem-estar e a bicicleta", de Ilan Goldfajn  

    Dizem que felicidade é a diferença da expectativa futura e a realidade que se impõe.

  • "A arte de flutuar e intervir" de Ilan Goldfajn  

    Dizem que inventaram a taxa de câmbio para nos manter humildes.

  • "A desaceleração do Brasil é global?", de Ilan Goldfajn  

    A tendência (não só no Brasil) é abraçar as conquistas como resultado das políticas locais, mas atribuir as dificuldades a um choque global.

  • " O que Bernanke e os protestos têm em comum?", de Ilan Goldfajn  

    Tudo está mudando ao mesmo tempo. Choque internacional, protestos no País. Até a Seleção Brasileira mudou e voltou a jogar como campeã.

  • "A força do dólar", de Ilan Goldfajn  

    De repente, o dólar ganha força.

  • "Mais expansão monetária no mundo, quais são as consequências?", de Ilan Goldfajn  

    O mundo dá novamente sinais de desaceleração econômica.

  • "Política fiscal e crescimento", de Caio Megale  

    O período que antecedeu a crise financeira de 2008/2009 ficou conhecido como a "grande moderação".

  • "Não há desinflação grátis", de Ilan Goldfajn  

    Está ficando claro que o governo quer combater a inflação via desonerações tributárias, pelo menos parcialmente

  • "Combater a inflação, mexer no emprego", de Ilan Goldfajn  

    A sociedade está preparada para (temporariamente) reduzir o consumo e desaquecer o mercado de trabalho para reduzir a inflação?

  • "Malditos preços, benditos preços" de Ilan Goldfajn  

    Os preços nos ajudam a identificar escassez e ineficiências e desenhar políticas para correção de rumos

  • "As surpresas de 2012 e suas implicações", de Ilan Goldfajn  

    No Brasil, e no mundo, a sensação é, de fato, a de uma transição entre ciclos econômicos mais longos.

  • "Há que reequilibrar o Brasil", de Ilan Goldfajn  

    Todos nós precisamos nos reinventar de vez em quando para continuar evoluindo.

  • "Sustos encomendados", de Ilan Goldfajn  

    Após vários meses de alívio, a aparente calma na economia global será testada.

  • Artigo "O próximo risco global", de Ilan Goldfajn  

    Os problemas na Europa não terminaram e já vislumbramos a próxima crise: pânico com o possível impacto da forte contração fiscal contratada nos EUA.

  • "Previsões para o Brasil no novo contexto global", de Ilan Goldfajn  

    Vai dar certo? Se “dar certo” significa que a economia deve tornar a crescer mais do que indicado pelo último número do PIB, a resposta é sim..

  • "É preciso usar a queda do juro para reduzir a carga triburária"  

    Som a redução da carga de juros da dívida pública, abre-se espaço para desonerações que afetem a economia como um todo e reduzam o custo Brasil.

  • O "novo modelo"  

    O novo modelo é uma sequência do velho, fruto dos esforços presentes e passados e da realidade global..

  • Bem-estar e o bem-fazer  

    Famoso economista Amartya Sen acha que temos que pensar na economia para além das medidas de consumo ou PIB.


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