Itaú BBA - Macro Latam Mensal
  • Sinais de recuperação no Brasil e na Argentina  

    Os indicadores recentes são consistentes com a nossa visão de recuperação na América do Sul, impulsionada pelo Brasil e pela Argentina.

  • Crescimento global mais forte, mas (ainda) não na América Latina  

    O PIB mundial deve acelerar este ano, em meio a riscos na política econômica nos EUA e eleições e o Brexit na Europa.

  • Cenário intrincado  

    Os mercados emergentes enfrentam o desafio de juros mais altos nos EUA, mas as condições financeiras fornecem alguma proteção.

  • O que vem depois do “choque Trump”  

    O resultado da eleição nos EUA provocará mudanças políticas. O risco de protecionismo é negativo para o crescimento global.

  • Estabilidade, mas até quando?  

    A economia global permanece estável. Porém, os riscos para a economia global aumentaram e precisam ser monitorados de perto.

  • Crescimento baixo na América Latina, mesmo com o Brasil melhorando  

    A atividade econômica continua fraca na região. No Brasil, o PIB deve voltar a crescer em 2017, mas partindo de um nível baixo

  • O rali resiste a um aumento dos juros nos EUA?  

    Um aumento de juros pelo Fed em 2016 não deve mudar o ambiente favorável para os mercados emergentes.

  • Crescimento menor no mundo e na América Latina  

    Os principais fatores determinantes de um ambiente externo mais estável para os mercados emergentes permanecem presentes.

  • Novo alivio global  

    O mundo voltou a dar sinais favoráveis, tornando as perspectivas mais estáveis para as taxas de câmbio e inflação na América Latina

  • Ambiente global ainda favorável  

    O ambiente externo segue favorável para a América Latina, reduzindo a pressão sobre as taxas de câmbio na região.

  • Impulso global  

    Políticas expansionistas voltaram a dar suporte à economia global e geraram um ambiente favorável para os mercados emergentes.

  • Após o temporal  

    Dados melhores nos EUA, câmbio mais estável na China e alguma retomada no preço do petróleo impulsionaram os ativos de risco. Há ainda incertezas remanescentes.

  • Volatilidade dos mercados, quais os riscos para a região?  

    O crescimento permanece fraco em toda a região, mas a dinâmica na margem é mista.

  • Receios seculares  

    Os movimentos do mercado são uma lembrança de que os riscos para a economia mundial ainda são significativos.

  • O que esperar de 2016?  

    A incerteza política e econômica deve prosseguir em 2016.

  • Melhora nos mercados, América Latina se ajusta  

    As preocupações com o crescimento global se reduziram nas últimas semanas.

  • América Latina enfrenta volatilidade  

    Crescimento fraco limitará aperto adicional da política monetária

  • O efeito China  

    A desaceleração adicional da China tem impacto modesto nas economias desenvolvidas, mas o impacto sobre os mercados emergentes é maior.

  • A América Latina sofre  

    O cenário global tornou-se mais difícil para a América Latina. As commodities voltaram a cair, afetando o crescimento na região.

  • Riscos que alertam  

    A crise da Grécia e a correção no mercado acionário da China ressaltam os riscos do cenário global.

  • Juros em alta no mundo e no Brasil  

    Os juros subiram nas economias desenvolvidas, com o recuo dos riscos de deflação. A Grécia continua sendo um risco.

  • Janela de liquidez foi ampliada. Até quando?  

    Os países emergentes tiveram algum alívio com a pausa na tendência de fortalecimento do dólar e com a melhora dos preços das commodities.

  • Mudança permanente  

    O espaço para a adoção de políticas anticíclicas para estimular as economias tem diminuído.

  • Recuperação global, desafios na América Latina  

    A economia americana continua crescendo e a Europa se recupera. Na América Latina, as economias enfrentam dificuldades.

  • Fed e BCB na contramão do mundo, petróleo se estabiliza  

    O início de 2015 foi marcado por uma onda de expansão monetária dos bancos centrais ao redor do mundo.

  • Adeus 2014, olá 2015  

    O crescimento global deve melhorar este ano em relação ao ano passado, mas não muito.

  • Commodities em baixa, crescimento menor na América Latina  

    A queda dos preços do petróleo, motivada especialmente por questões de oferta, é positiva para o crescimento global.

  • Dólar forte e petróleo em baixa no mundo  

    Novembro começou no mesmo tom de outubro, com volatilidade nos mercados financeiros.

  • Eleições no Brasil, em meio à valorização global do dólar  

    Outubro chegou, e com ele as eleições no Brasil.

  • Dólar em alta no mundo  

    A economia norte-americana continua em recuperação de forma lenta, mas contínua.

  • Volatilidade à frente  

    O mês de agosto começou turbulento nos mercados financeiros globais.

  • Depois da Copa, de volta para a economia  

    O continente americano tem mostrado um desempenho irregular na economia.

  • Emergentes em marcha lenta  

    Temos alertado seguidamente que as condições favoráveis de liquidez para os emergentes não serão permanentes.

  • Condições internacionais favoráveis, mas crescimento decepciona  

    São condições ideais, mas temporárias

  • América Latina enfrenta um novo cenário  

    A tensão nos mercados emergentes diminuiu em fevereiro.

  • Mercados turbulentos em busca de diferenciação  

    A turbulência aumentou nos mercados emergentes no mês passado. Parte do nervosismo é exagerada.

  • Os riscos da recuperação global para emergentes  

    A economia americana vem surpreendendo para cima, e a China parece melhor.

  • Impacto antecipado das mudanças do Fed nos emergentes  

    Fed vem sinalizando que será cauteloso ao remover os estímulos (QE).

  • Uma janela de oportunidade para os emergentes  

    O Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) sinalizou que não vai iniciar a redução dos estímulos monetários este ano.

  • Fed gera alívio temporário na América Latina  

    A decisão do Fed por não iniciar a redução dos estímulos em setembro abre espaço para dois cenários.

  • Desenvolvidos melhorando, emergentes se ajustam  

    O desempenho dos emergentes é diferente. A maioria sofre desaceleração do crescimento e é afetada pela perspectiva de redução dos estímulos monetários nos EUA.

  • Desaceleração nos emergentes, retomada nos EUA  

    Na América Latina, a desaceleração em meio à inflação baixa abre espaço para um viés mais expansionista da política monetária.

  • O impacto da volatilidade do mercado e das manifestações populares  

    A alta de juros dos títulos do Tesouro dos EUA levou ao aumento de risco, à desvalorização do câmbio, e à elevação das taxas de juros nos mercados emergentes.

  • Crescimento menor e depreciação cambial na América Latina  

    O mundo de dólar forte e retirada de estímulos nos EUA veio para ficar.

  • Fraqueza temporária no mundo, efeitos na América Latina  

    Há sinais de desaceleração na economia mundial no curto prazo.

  • Em um mundo heterogêneo, América Latina avança, com exceções  

    A economia global está acelerando ou desacelerando? Não há uma resposta simples.

  • Turbulência, mas sem reversão de rumo  

    O clima de otimismo do início do ano vem sendo testado.

  • Mais um passo à frente  

    No Brasil, a retomada é lenta. E o espaço para mais estímulos se esgota. Na América Latina, o crescimento segue robusto, na maioria dos países.

  • Um início mais animador  

    O crescimento mundial deve melhorar ao longo de 2013. Apesar da volatilidade recente, a melhor perspectiva durante o ano tende a elevar os preços dos ativos.

  • Em busca do crescimento perdido  

    Com a aproximação do fim do ano, algumas notícias positivas surgiram no cenário global.

  • Juros constantes por mais tempo - Novembro 2012  

    No Brasil, crescimento mais baixo e juro menor; lentidão na Europa; risco de abismo fiscal nos EUA.

  • América Latina em ritmo melhor - Outubro 2012  

    No Brasil, redução do superávit primário deve ser mais intensa. A Argentina passa por uma recuperação moderada. No México, núcleo de inflação dentro da meta.

  • BCE controla o risco, crescimento global mais estável - Set 2012  

    O BCE reduziu os riscos, no Brasil e na Argentina há sinais de recuperação; O México cresce num ritmo sólido.

  • Um Grão de Inflação - Agosto 2012  

    Os preços de algumas commodities agrícolas subiram por conta de problemas de oferta, com impactos em toda a América Latina.


      < Voltar