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23/07/2013

Maioria dos empreendedores que usam microcrédito lucra até R$ 40 mil / ano

Fonte: Relações com Imprensa

Levantamento do Itaú Microcrédito mostra que 75% dos contratantes registram lucro bruto anual de até R$ 40 mil

  • Educação Financeira e dicas de gestão ajudam donos de micro e pequenas empresas
  • Capital de giro é motivo mais frequente para empreendedores das classes C, D e E contratarem o microcrédito

Entre os empreendedores das classes C, D e E que contratam microcrédito no Itaú, 75% registram lucro bruto anual médio de até R$ 40 mil, o equivalente a R$ 3.300 mensais. É o que mostra levantamento do Itaú Microcrédito em sua base de clientes nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro.  De acordo com o levantamento, 25% conseguem lucro maior, na faixa de R$ 40 mil a R$ 80 mil ao ano.
Nesse cenário, o tíquete médio contratado pelos empreendedores formais e informais é de até R$ 4.000, pagos em no máximo 15 parcelas. Capital de giro é o que motiva a contratação do crédito em 56% dos casos, enquanto 24% utilizam a verba para capital de giro e compra de equipamentos, por exemplo.
“Cerca de 90% das micro e pequenas empresas não utilizam crédito para expandir suas atividades, e o microcrédito produtivo orientado surge como uma ferramenta de inclusão e acesso ao crédito mesmo para quem não possui conta em banco”, diz Eduardo Ferreira, superintendente do Itaú Microcrédito.
A operação já concedeu crédito a mais de 44 mil empresários, que são donos de pequenos negócios, formais e informais, bancarizados ou não, geralmente localizados em comunidades de baixa renda nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro. O banco disponibiliza aproximadamente R$ 330 milhões mensais para o microcrédito, em primeiro e segundo pisos.
Um dos diferenciais da operação do Itaú está nos agentes que percorrem as comunidades e mantêm relacionamento mais próximo com os clientes.
“O Itaú Microcrédito opera sem agências bancárias, pois, com os agentes, nós é que vamos até o cliente, que muitas vezes não pode deixar o negócio para se deslocar até uma agência por não ter ninguém para substituí-lo nesse período”, explica Ferreira. Os agentes geralmente são pessoas da própria comunidade em que atuam. Eles recebem capacitação para trabalhar como consultores financeiros dos clientes, orientando sobre as melhores formas de gestão do fluxo de caixa e também dando dicas de educação financeira.  
De acordo com o superintendente do Itaú Microcrédito, a atuação do agente de microcrédito nas comunidades auxilia os empreendedores a sair da informalidade e também da chamada semiinformalidade. “É quando temos empreendedores que são formais perante a lei, mas agem como informais, sem acesso a educação financeira, com gestão deficiente do negócio, baixo nível de informação e contabilidade precária”, contextualiza Ferreira.

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