Um sistema bancário exerce um papel fundamental para impulsionar o crescimento e desenvolvimento socioeconômico da sociedade. Por meio de sua atuação, um banco é capaz de, por exemplo, gerar empregos, desenvolver negócios e incentivar o empreendedorismo no país; por outro lado, também pode gerar impactos negativos, como emissões de CO2 e geração de resíduos.
 

No Itaú Unibanco, sempre que possível, procur amos maneiras de usar nossos recursos e expertise para promover contribuições positivas conectadas aos negócios.
 

Sabendo que boa parte do impacto que geramos é decorrente dos negócios que fazemos, também ofertamos produtos e serviços que fomentem impacto positivo. Definir a alocação do capital, seja no crédito ou no investimento, além de apoiar nossos clientes com soluções de investimentos sustentáveis que tragam retornos financeiros e benefícios para a sociedade é parte fundamental dessa atuação.
 

Em 2016, realizamos um primeiro estudo para ampliar o conhecimento dos nossos impactos socioeconômicos no Brasil.
 

Em 2017, criamos um grupo de trabalho para fomentar discussões recorrentes, mapear e mensurar as externalidades sociais, econômicas e ambientais do banco.
 

A partir destes avanços, iniciamos um levantamento interno, das externalidades prioritárias que possuem iniciativas conectadas ao “core” e que geram e/ou mitigam impactos diretos, indiretos e induzidos positivos e/ou negativos.
 

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