Em 2017, nossas receitas foram impactadas pela queda das taxas de juros e por uma recuperação de demanda ainda muito incipiente. Este fato foi mais do que compensado por um melhor desempenho da inadimplência e pela manutenção de um rigoroso controle sobre os níveis de despesas. Como consequência, nosso lucro líquido recorrente atingiu R$23,9 bilhões1, 2,6% acima do registrado em 2016. Vale destacar também o impacto gerado pelo banco por meio do valor adicionado2 à economia, que chegou a R$67,2 bilhões em 2017, 9,0% superior ao de 2016. 

 

1Lucro líquido atribuível aos acionistas controladores, em IFRS.
2Considera o lucro líquido recorrente e a reclassificação dos efeitos fiscais do hedge dos investimentos no exterior para a margem financeira, em BRGAAP.