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Boas práticas

8 Princípios para o consumidor ajudar a combater o aquecimento global.

A mudança climática causada pelo aquecimento da Terra é o problema mais sério enfrentado pela humanidade no século XXI.

Há consenso entre os cientistas de que a atividade humana é a principal causa do aquecimento global, especialmente pela queima de combustíveis fósseis. É preciso, o quanto antes, controlar o problema diminuindo a emissão de dióxido de carbono e outros gases que causam o efeito estufa.

Cada um de nós tem condições de contribuir para esta causa global com simples ações cotidianas, que poderão ser o início de um processo mais abrangente de mudança consciente de nossos hábitos e escolhas de consumo.

Veja como contribuir:

1.Repensando o consumo

É importante saber que a produção de qualquer produto ou serviço consome matéria-prima, água e energia. Por isso, todo tipo de consumo, de alguma forma, contribui para o aquecimento global. Na medida em que você repensa as suas necessidades e passa a comprar apenas o que é realmente essencial, estará ajudando a reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

Ao comprar um produto ou serviço, você não adquire apenas o que está vendo, mas tudo o que foi gasto durante a sua produção. Por exemplo, para ser fabricado, um simples chip consome 400 vezes o seu peso em matéria-prima. Por isso, cada vez que você adquire um novo celular, uma nova calculadora ou um novo computador, está consumindo muita matéria-prima, muita água e muita energia. Assim, só faça esta troca quando for realmente necessário e combata o aquecimento do planeta.

Eu me comprometo a reduzir meu tempo de banho de 20 para 10 minutos, durante um ano, de modo a consumir energia de forma mais consciente.
Uma família de quatro pessoas, em que cada um toma um banho médio de 20 minutos usando um chuveiro elétrico, causa ao longo de um ano a emissão de 87 quilos de dióxido de carbono no processo de produção da energia elétrica utilizada no banho. Se o banho diário for reduzido pela metade (para 10 minutos), ao longo um ano, essa mesma família deixará de causar a emissão de 44 quilos de dióxido de carbono ou 11 quilos de CO2 por pessoa. Se 5 famílias fizerem o mesmo, deixariam de emitir em um ano a mesma quantidade de CO2 que seria absorvido no processo de fotossíntese de uma árvore nativa da Mata Atlântica ao longo de cerca de 37 anos.

2.Preservando as florestas

No Brasil, o desmatamento é o principal responsável pelas emissões de gases de efeito estufa, provocando 55% das emissões de CO2. Portanto, ao evitar o consumo de qualquer produto oriundo de madeira de desmatamento ou cuja cadeia produtiva provoque desmatamento, você estará contribuindo para combater o aquecimento global.

A fronteira agrícola brasileira já chegou à Amazônia e para obter mais terra para as pastagens para a criação de gado, muitas árvores da floresta são derrubadas. Além disso, para produzir um quilo de carne, o boi consome mais de 10 mil litros de água, e durante seu processo digestivo, ele lança na atmosfera grande quantidade de metano, um poderoso gás de efeito estufa. Quando é abatido, apenas 1/7 do peso do animal é composto de carne apropriada para alimentação humana. E para chegar até o consumidor final, a carne tem que percorrer longas distâncias, quase sempre transportada em veículos movidos a combustíveis fósseis. Tudo isso, contribui para a maior geração de gases de efeito estufa. Por tudo isso, reduza o consumo de carne bovina e busque saber a origem da carne. São formas importantes de preservar a floresta e de ajudar a combater o aquecimento global.

Eu me comprometo a comprar móveis e outros objetos fabricados em madeira somente depois de me certificar que a matéria-prima não tem sua origem em áreas de desmatamento.
Atualmente, 20% de todo o mogno extraído da Amazônia é levado para as regiões sul e sudeste do país para ser usado na construção civil e na indústria moveleira. De acordo com cálculos do movimento “Troque o mogno por eucalipto”, se um quinto dos consumidores de mogno das regiões sul e sudeste deixarem de comprar mogno, evitariam o corte de 175 mil árvores na Amazônia. Com isso, haveria uma redução também das queimadas usadas para tornar as áreas desmatadas próprias para outras utilizações. Uma forma de você garantir que a madeira não vem de área de desmatamento, é verificar se ela tem o selo FSC (da sigla em inglês que significa Conselho de Manejo Florestal). Se tiver este selo, haverá garantia do produto não ser proveniente de uma área de floresta desmatada.

Eu me comprometo a buscar conhecer a origem da carne bovina que eu consumo.
A carne é um alimento importante para a nutrição humana e a criação de gado tem um papel relevante na economia. Porém, o crescimento do consumo de carne bovina vem exigindo a expansão das áreas utilizadas para a pastagem. E, segundo estudo do Banco Mundial divulgado em 2003, a criação de gado é uma das principais causas do desmatamento da Amazônia. Isso quer dizer que quando você come carne bovina e não sabe qual a origem dela, pode estar contribuindo para o desmatamento da Floresta Amazônica. Assim, conhecer a origem da carne que você come, garantindo que não provém de área de desmatamento, é uma grande contribuição para reduzir a derrubada da floresta.
A derrubada de cerca de 20.000 quilômetros quadrados de floresta, aproximadamente o que ocorreu no ano de 2005, provoca uma emissão de carbono equivalente à emissão de 200 milhões de toneladas, uma quantidade maior do que a emitida por todos os carros brasileiros juntos durante um ano!

3.No transporte

Evitar a queima de combustíveis fósseis é uma das principais atitudes para conter o aquecimento global, já que esta é a segunda maior causa de emissão de gases de efeito estufa no Brasil e a primeira no mundo. Caminhe mais, pedale, use transporte coletivo, inicie um sistema de caronas. Escolha um carro eficiente. Calibre os pneus. Em viagens, prefira o automóvel ao avião, o ônibus ao automóvel, e assim por diante.

Eu me comprometo a deixar o meu carro em casa toda vez que for fazer um deslocamento pequeno, dando preferência a ir a pé.
Veja como pequenos atos de consumo podem ter grandes efeitos. Se, por exemplo, todos os 2,3 milhões de automóveis, cerca de 8% dos automóveis brasileiros, reduzissem apenas um quilômetro por dia os seus deslocamentos em somente um mês deixariam de emitir um volume de gases de efeito estufa equivalente ao que o crescimento de 71 mil árvores absorveria em 37 anos. Para plantar essas árvores seria necessária uma área correspondente a 45 campos de futebol.

Eu me comprometo a deixar o carro na garagem uma vez por semana durante um ano.
Se durante um ano inteiro um indivíduo deixar o seu carro a gasolina em casa uma vez por semana, considerando um trajeto de 25 quilômetros diários, deixará de provocar o lançamento na atmosfera de 198 quilos de dióxido de carbono resultante da queima do combustível. Pode parecer pouco, mas essa mesma quantidade de gás carbônico, que não foi emitida em apenas 52 dias em um ano, demora cerca de 37 anos para ser absorvida pelo processo de fotossíntese por uma árvore nativa da Mata Atlântica. Neste dia, utilize transporte público, a bicicleta, caminhe ou organize um rodízio de carona com amigos ou colegas de trabalho. Essa atitude contribui para o combate ao aquecimento global, diminui a poluição do ar e melhora o trânsito nas grandes cidades.

Eu me comprometo a calibrar os pneus do meu carro uma vez por mês.
Calibrando os pneus do carro uma vez por mês é possível diminuir as emissões de gases de efeito estufa, visto que pneus com a calibragem desregulada apresentam maior resistência ao rolamento e, com isso, levam a um maior esforço do motor no deslocamento, o que causa um aumento do consumo de gasolina em cerca de 3%. Caso a regulagem dos pneus seja feita mensalmente, deixa-se de consumir estes 3% a mais de gasolina. Cada litro de gasolina economizado evita que aproximadamente três quilos de dióxido de carbono sejam lançados na atmosfera. Caso 10% dos pouco mais de 28 milhões de veículos existentes no Brasil tivessem seus pneus calibrados e diminuíssem em 3% o seu consumo de gasolina, haveria uma redução de 250 toneladas de CO2 por ano, o equivalente ao que 1,3 milhões de árvores da Mata Atlântica absorveriam ao longo de 37 anos de crescimento, ou cerca de 820 campos de futebol plantados com árvores.

Eu me comprometo a escolher, em minha próxima troca de automóvel, um veículo que tenha opção de rodar com combustível renovável – biocombustível ou álcool.
Esta mudança permite reduzir significativamente as emissões de CO2 causadas pela queima do combustível do carro. Isso porque, ao crescer, a cana ou a outra fonte vegetal de energia, absorve o carbono que vai ser emitido no processo de queima do combustível. O montante não absorvido é o referente ao transporte da cana de açúcar, seu processamento, e o transporte do álcool até a refinaria e de lá para os postos de abastecimento. Um carro 1.0 a gasolina que percorra 20 km por dia, lança na atmosfera, 1.020 quilos de gás carbônico ao longo de um ano, enquanto que o mesmo veículo a álcool lança 180 quilos! Se o dono desse veículo trocar o seu carro a gasolina por outro movido a álcool, vai, portanto, evitar a emissão de 0,84 toneladas de CO2 em um ano. Considerando que 5 milhões de veículos a gasolina, cerca de 20% da frota brasileira, fossem substituídos por carros flex, e que rodassem 20 km por dia a alcool, a quantidade de gás carbônico que deixaria de ser lançada na atmosfera seria o equivalente a 4,2 milhões de toneladas, que exigiriam mais de 22 milhões de árvores nativas da Mata Atlântica crescendo durante 37 anos para absorver todo esse carbono, ou quase 14 mil campos de futebol plantados com essas árvores.

4.Economizando energia

Uma das melhores formas de combater o aquecimento global é buscar fazer tudo usando menos energia, dado que a geração da energia é uma das grandes fontes de emissão de gases de efeito estufa. Para isso, há duas coisas que você pode fazer. A primeira é economizar energia cotidianamente, apagando a luz ao sair dos ambientes, reduzindo o tempo de banho, desligando os aparelhos elétrico-eletrônicos quando não estão sendo usados. A segunda é adquirir produtos mais eficientes energeticamente. Na hora de comprar, leve em consideração o consumo de energia do aparelho como um dos critérios de escolha, orientando-se, por exemplo, pelo selo Procel, que informa sobre o nível de consumo de energia elétrica de alguns equipamentos ou buscando informar-se sobre o consumo dos diversos produtos disponíveis no mercado.

Nós, brasileiros, já demos uma prova do quanto é possível economizar energia. Durante o “apagão” (junho de 2001 a fevereiro de 2002), a iniciativa de cada cidadão fez com que o país economizasse o equivalente à produção de energia elétrica de Itaipu, a maior usina hidrelétrica do mundo. Um jeito bem fácil de você começar a economizar energia é desligar da tomada os aparelhos eletrônicos que operam com controle remoto. Para que o controle remoto possa ligar um aparelho instantaneamente, é preciso que fique ativado o “stand-by”, que chega a gastar até 25% do consumo de energia usada quando o aparelho está em pleno funcionamento.

Eu me comprometo a trocar pelo menos duas lâmpadas normais por outras fluorescentes compactas na minha casa, a cada mês, nos próximos seis meses.
Ao substituir uma lâmpada quente por uma fria se reduz em quase 4 quilos as emissões de CO2 ao longo de um ano, considerando que a lâmpada é usada 30 dias por mês, durante cinco horas por dia. Supondo que uma casa tenha 12 lâmpadas e que todas sejam substituídas, a redução das emissões de gás carbônico ao longo de um ano seria de cerca de 45 quilos. Essa quantidade de carbono, que pode ser evitada apenas trocando essas 12 lâmpadas da casa, é equivalente à emissão de um carro 1.0 a gasolina em um trajeto de cerca de 300 quilômetros, a distância entre São Paulo e Ribeirão Preto. E se você está pensando que a lâmpada fluorescente compacta é muito mais cara, isto é verdade. No entanto, uma lâmpada incandescente de 60 watts pode ser substituída por uma fluorescente compacta de 15 watts, o que levará a uma redução nos gastos de eletricidade. A diferença de preço será compensada pela redução na conta de eletricidade em cerca de 6 a 8 meses. Além disso, as lâmpadas flurescentes compactas duram de seis a 10 vezes mais que as tradicionais.

Eu me comprometo a não deixar os aparelhos eletrônicos ligados desnecessariamente.
Um televisor moderno, com tela LCD, tem uma potência de 100 watts. A cada hora ligado desnecessariamente, o televisor consome 100 watts-hora. Supondo que cada televisor no Brasil fique ligado desnecessariamente por apenas 1 hora por dia, isto resultaria em um gasto de 3000 watts-hora por mês, ou 3 kwh por mês, o que resulta em um ano 36 kwh. Se 720 kwh por ano emite 38 kg de CO2 no ano, 36 kwh emitem 1,9 kg de CO2 por ano. Considerando que todas as 53 milhões de televisões ficam ligadas 1 hora por dia desnecessariamente, isto resulta em cerca de 100 milhões de kg ou 100 mil toneladas de CO2. Uma árvore média entre as várias existentes na Mata Atlântica absorve 190 Kg de CO2: ao longo de 37 anos. Para absorver 100 milhões de kg, seriam necessárias 525.000 árvores, ou seja cerca de 330 campos de futebol com árvores crescendo durante 37 anos.

Eu me comprometo a instalar, dentro do próximo ano, painéis de energia solar para esquentar a água em minha casa.
Em média, uma família brasileira de classe média, tendo um chuveiro de potência média (4 kw) e tomando 4 banhos de 10 minutos por dia, gasta um total de 80 Kwh por mês de eletricidade, causando com isso o lançamento para a atmosfera de 50 quilos de CO2 na geração da energia elétrica durante um ano. Se essa família substituísse o chuveiro elétrico por um com painel solar, essa quantidade de CO2 deixaria de ser emitida na geração da energia elétrica. Essa emissão ao longo de um ano é equivalente à de um carro a gasolina rodando cerca de 340 km, próximo à distância entre São Paulo e Ribeirão Preto.

5.Reduzindo o lixo

A coleta, o transporte, o tratamento e a decomposição do lixo são processos que geram gases de efeito estufa. Primeiro pelo uso de combustíveis fósseis em todo o processo de coleta e transporte dos resíduos, depois pelo consumo de energia quando há tratamento do lixo e, finalmente, pela emissão de metano na sua decomposição. Assim, quanto menos lixo houver para ser coletado, transportado e processado, menor será o volume de emissões de gases de efeito estufa. Desta forma, reduzir a quantidade de lixo é uma forma de contribuir para conter o aquecimento global.

Todos os dias, os brasileiros jogam fora 39 mil toneladas de comida. Essa quantidade, que seria suficiente para alimentar 19 milhões de pessoas, se decompõe e emite uma grande quantidade de gás metano, um poderoso gás de efeito estufa, que contribui para agravar o aquecimento global. Portanto, evite desperdiçar alimentos, comprando somente o necessário,usando integralmente os alimentos e, com isso, reduzindo o volume de lixo, desta forma colaborando com o combate ao aquecimento global.

Se 1/3 do lixo reciclável das residências brasileiras fosse de fato reciclado, se economizaria energia elétrica suficiente para alimentar 10 milhões de casas.
Isso porque o processamento do material reciclado para gerar uma matéria prima consome muito menos energia elétrica do que o processamento de uma matéria prima virgem para o mesmo fim.

A família média brasileira joga fora, em média, 1/3 de todo alimento perecível que ela compra. Se reduzir o desperdício, e aproveitar 20% do que foi comprado ao invés de jogar fora, ao longo dos 72 anos (expectativa de vida dos brasileiros) de vida da família se acumularia R$ 560 mil colocando na poupança o dinheiro que deixou de gastar.
Como se estima que entre 40 e 60% do lixo urbano é composto por material orgânico – restos de comida, principalmente, desta forma também deixaria de haver a decomposição dos alimentos que deixaram de ser jogados fora e do correspondente gás metano decorrente desta decomposição. O gás metano é 21 vezes mais poderoso do que o CO2 como gás de efeito estufa. Assim, ao reduzir o desperdício de alimentos, além de se fazer economia, se reduz metano, um importante contribuinte do aquecimento global.

6.Reutilizando

É preciso trilhar o caminho inverso de um dos pilares do consumo desnecessário: o descarte de produtos antes do final de sua vida útil. Use os produtos até o limite de sua vida útil, reutilize tudo o que puder, conserte em vez de jogar fora e doe o que não tiver mais utilidade para você.

Substitua os descartáveis pelos duráveis. Essa troca, além de diminuir o volume de lixo, permite que um mesmo produto seja usado repetidas vezes, eliminando a necessidade de fabricar novos produtos. Com isso, reduz-se o consumo de energia, água e matérias primas que seriam necessários no seu processo de produção. Embora não se tenha muitas estatísticas a respeito desse tema, o restaurante central da Universidade de São Paulo (USP) contabilizou uma economia de um milhão e duzentos mil copos descartáveis em um ano, após a adoção de copos duráveis.

Eu me comprometo a levar uma sacola não descartável nas minhas compras de supermercado, farmácia etc., dispensando o uso das sacolinhas plásticas.
O Brasil joga fora 12 bilhões de sacolas plásticas por ano. Essas sacolas são feitas de petróleo e a energia gasta em sua produção também contribui para o aquecimento global. O material demora 400 anos para se decompor e ocupa de 15% a 20% do volume de um aterro sanitário. Com isso, contribuem para lotar os aterros sanitários, obrigando os governos a construírem outros para depositar o lixo. Desta forma, os governos gastam dinheiro público que poderia ser muito melhor usado em educação e saúde da população.

7.Reciclando

O primeiro benefício da reciclagem é que ela reduz o volume de lixo de tratamento genérico, redirecionando parte dos materiais para serem reprocessados. Dessa forma, há uma economia significativa de matéria-prima, água e energia, visto que para fabricar um produto a partir de material reciclado usa-se muito menos recursos naturais do que ao ser produzido a partir de matérias primas virgens.

Como exemplo, produzir uma latinha de alumínio a partir do material reciclado usa apenas 5% da energia necessária para fabricar a mesma latinha a partir de recursos naturais. Se ainda não existe coleta seletiva de lixo onde você mora, procure em sites, como o do Cempre, www.cempre.org.br, que informam como fazer isso.

Se 1/3 do lixo reciclável das residências brasileiras fosse de fato reciclado, se economizaria energia elétrica suficiente para alimentar 10 milhões de casas.
Isso porque o processamento do material reciclado para gerar uma matéria prima consome muito menos energia elétrica do que o processamento de uma matéria prima virgem para o mesmo fim.

8.Mobilizando

Divulgue o que você sabe e o que você está fazendo para combater o aquecimento global. Dê o exemplo e engaje mais pessoas nesta causa. Organize ações em sua comunidade.

A ação de um indivíduo é muito importante, e a ação de um número maior de pessoas vai fazer com que os efeitos do combate ao aquecimento global apareçam mais rapidamente.

Eu me comprometo a falar com pelo menos um amigo, colega ou parente sobre as ações com as quais me comprometi nesta campanha, durante o período do próximo um ano, sugerindo que eles também participem, adotando ações e metas de combate ao aquecimento global.

Eu me comprometo a participar de pelo menos um evento público relacionado ao combate ao aquecimento global, no período do próximo um ano.

Eu me comprometo a realizar ou participar de ações de voluntariado para o combate ao aquecimento global, no período do próximo um ano.

Eu me comprometo a enviar uma mensagem por mês durante o período do próximo um ano, por e-mail, carta ou telefone, convidando um amigo a se envolver com ações de combate ao aquecimento global.